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Boa
tarde, amigos!
No
começo deste mês, perdemos o cineasta
português Manoel de Oliveira. Além do
talento, um exemplo de dedicação ao
trabalho: tinha 106 anos e ainda
criava. Escrevi abaixo um breve texto
sobre um filme essencial que vocês
deveriam assistir.
Caso
ainda não conheça, dê uma olhadinha
em historemas.com!
Já são 7 contos publicados. Toda
terça sai um novo. Satisfação
garantida, ou lhe devolvo tudo o que
você não pagou!
Gostaria
também de mostrar alguns
vídeos.
1)
Resenha sobre o livro SEM LUGAR PARA
SE ESCONDER, que fala sobre a coragem
e a importância de Edward
Snowden:
2)
COMO ELA PODERÁ SE SALVAR??? Um breve
vídeo acelerado (e animado) sobre os
vídeos estarem em toda parte...
:-)
3)
ESTE VÍDEO NÃO VAI
VIRALIZAR. Um vídeo que explica por
que ele mesmo não vai
viralizar.
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BREVIDADES
A Civilização e o
Terror
Na ativa em idade bem
avançada, Manoel de
Oliveira não estava somente
brincando. Não estava
"cumprindo tabela". Em
2003, tinha 94 anos e
estava atento à séria
consternação mundial em
decorrência dos ataques
terroristas que tinham
acabado de
acontecer.
Por isso, fez UM
FILME FALADO. Eu não
quero dar muitos detalhes,
para não correr o risco de
estragar a experiência. Só
me sinto forçado a dizer
que o filme vai além das
aparências e vale ser visto
até o final. Seja como for,
é belíssimo mesmo se o
analisarmos somente pelas
aparências. ;-)
Inteligente e impactante,
UM
FILME FALADO é ao
mesmo tempo uma exaltação e
um questionamento da
Civilização. Essencial para
pensarmos sobre o nosso
tempo, especialmente do
ponto de vista
intelectual.
Veja o
trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Y6dMwakX2H4
O entusiasmo
Certa vez
dois casais de amigos
peregrinavam pelos espantosos
museus da Europa.
As duas mulheres flutuavam de
óleo a óleo, ilustrando-se.
Os homens, engenheiros
convictos, já haviam extraído
a primeira impressão de tudo
e estavam enjoados com a
sequência insuperável de
madonnas com bambinos.
Uma hora andavam as mulheres
bem apartadas dos maridos
quando então os
reencontraram, vendo-os
adiante finalmente entretidos
em uma das salas de
pinturas.
Não era El Greco nem
Rembrandt, mas um equipamento
sofisticado que funcionava em
um canto, próprio para manter
a umidade e preservar as
obras de arte.
Fulano e Beltrano podem achar
que esta é uma história de
bizarrice e cegueira. Para
Sicrano — e para os
personagens da história — o
sentido é diferente. Feliz é
quem encontra seu
entretenimento no meio um mar
de tédio. O entusiasmo
espontâneo é a grande arma do
homem na busca da
felicidade.
E algo me diz que o tal
aparelho seria a principal
atração para Leonardo da
Vinci, se ele ressuscitasse
para visitar o
museu...
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Trocadilhos têm existência
própria. Pensei em um, joguei
no Google e saíram 2.970
resultados.
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VLOG
MEUS VÍDEOS
Deem uma olhada no meu canal e
assinem! :-)
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Paulo Santoro é
escritor, dramaturgo e criador de
jogos.
Sua estreia no Teatro aconteceu em
2004, com a peça
O canto de Gregório, que foi
dirigida por Antunes Filho com o
Grupo de Teatro Macunaíma. Este
espetáculo foi posteriormente
remontado pelo Grupo Magiluth.
Também no Teatro, foi autor de
A mulher que ri,
Plínio contra as estrelas e
Carina está viva. Sua peça
O fim de todos os milagres,
ainda inédita no palco, foi publicada
em português e espanhol.
Lançará em 2015 seu primeiro romance,
A vida longa dos
vermes.
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Jogo de
tabuleiro
Em 2012, foi
publicado meu
jogo de
tabuleiro
Deterrence,
que tematiza
a corrida
armamentista
durante a
Guerra Fria.
Eu o
transformei
em um novo
jogo, que usa
apenas
cartas, e
será lançado
em breve como
Deterrence
2X62.
Mais
novidades em
breve!
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